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AcertoCLT

Política Editorial

Conteúdo sobre direitos trabalhistas mexe com o dinheiro e a vida das pessoas. Esta página explica exatamente como o AcertoCLT é produzido, o que você pode conferir por conta própria — e o que ainda não temos.

1. Só fonte primária oficial

Nenhuma regra aqui vem de blog, de resumo de terceiros ou de “segundo especialistas”. Toda afirmação jurídica sai do texto original e traz o link para ele:

  • Legislação: CLT, Constituição, leis e decretos no Planalto
  • Jurisprudência: súmulas e orientações do TST; decisões do STF pelo portal oficial
  • Tabelas e procedimentos: gov.br, Receita Federal, INSS, Caixa e Ministério do Trabalho

Se você clicar em qualquer base legal citada num guia, cai no documento original — não em outra página nossa. Isso é proposital: você não precisa confiar em nós.

2. Os cálculos são testados, não “conferidos”

As calculadoras não são planilhas informais. O motor de cálculo tem uma bateria de testes automatizados que roda a cada alteração do site, comparando os resultados com os exemplos oficiais publicados pela Receita Federal e com casos de referência da legislação.

Se um resultado divergir um centavo do exemplo oficial, o site não entra no ar. Além disso, nenhum valor que muda todo ano (salário mínimo, faixas de INSS e IRRF, teto do seguro-desemprego) fica escrito no código: todos vivem em arquivos de tabela versionados por vigência, com a fonte registrada.

A metodologia completa, incluindo regras de arredondamento e as decisões conservadoras que tomamos quando a norma admite mais de uma leitura, está em como calculamos.

3. Quem responde pelo conteúdo

O AcertoCLT compila a legislação trabalhista a partir de fontes primárias oficiais (Planalto, TST, gov.br, Caixa e INSS), com a fonte de cada regra linkada no próprio texto. Os cálculos são validados por testes automatizados contra os exemplos publicados pela Receita Federal, e toda mudança de tabela entra em um changelog público.

Ainda não temos revisor técnico com registro profissional

Preferimos dizer isso do que exibir um selo de “revisado por advogado” que não corresponde à realidade — prática comum em sites do setor. O que sustenta a confiança hoje é o que você pode auditar sozinho: a fonte oficial de cada regra, os testes contra os exemplos da Receita e o changelog aberto. É advogado ou contador e topa assinar a revisão técnica? Fale com a gente.

4. O que este conteúdo não é

Não somos escritório de advocacia nem de contabilidade, e nada aqui é consultoria jurídica sobre o seu caso. Os resultados são estimativas com base na legislação federal vigente e não consideram a convenção coletiva da sua categoria, que pode prever piso, adicionais e benefícios diferentes.

Também não fazemos cálculo judicial (juros, correção, honorários) nem analisamos situações individuais como estabilidades específicas ou acordos particulares. Para decisões com peso financeiro ou jurídico, procure um profissional — os Termos de Uso detalham esses limites.

5. Atualização e correção de erros

A legislação muda e nós mudamos junto. Cada alteração de tabela oficial entra no changelog público com data e fonte, e todo guia exibe a data da última atualização.

Erramos em algum número ou regra? Queremos saber. Todo resultado tem um link para reportar divergência, e correções confirmadas são aplicadas e registradas — não apagadas em silêncio. Avise por contato@inovalabs.io ou pela página de contato.

6. Publicidade e independência

O site é gratuito e se mantém com anúncios e com a versão white-label da calculadora que escritórios embedam no próprio site. Anunciante nenhum influencia o que escrevemos: não existe conteúdo patrocinado disfarçado de guia, e nunca recomendamos serviço financeiro ou jurídico em troca de pagamento.

Não vendemos seus dados e não geramos leads para terceiros — o que o site coleta está na Política de Privacidade.

Achou um número que não bate?

Reportar erro aqui é levado a sério — e a correção entra no changelog.

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